wow.gg logo
wow.gg logo
Guias

Adaga da Íris Irregular — Guia do conjunto de transmog

por Divine Tragedy
Atualizado há 1 mês(es)
6 minutos de leituramin
0 visualização

Visão geral

Adaga da Íris Irregular

Game iconAdaga da Íris Irregular é uma adaga de uma mão de qualidade azul que surgiu em World of Warcraft com a expansão Battle for Azeroth. É uma lâmina curta em formato de sica romana, com uma curvatura característica e um gume serrilhado. A aparência é feita em uma fria paleta azul-violeta com um brilho iridescente na lâmina: o punho é envolto em couro escuro, enquanto a guarda e o pomo são fundidos em um metal opaco, como se coberto de geada.

A adaga pertence ao conjunto de armas de masmorra de Battle for Azeroth: seu modelo é estilizado em um sombrio estilo drust que ecoa a floresta amaldiçoada de Drustvar e os motivos rituais da família Capelo. Por seus atributos é um item de intelecto e vigor, então convém a magos, druidas, sacerdotes, xamãs, bruxos e invocadores. Para a transmogrificação, porém, só importa a aparência em si: os atributos do item já não têm hoje qualquer valor prático.

Como arma de combate a sica há muito é irrelevante: seu nível de item não faz sentido no nível máximo. Mas como aparência de transmogrificação a adaga é valiosa por si só: é um dos modelos de adaga «frios» mais marcantes de Battle for Azeroth, com um reflexo iridescente sobre o metal.

Fonte

A Adaga da Íris Irregular cai no primeiro confronto da masmorra Mansão Capelo — o encontro «Tríade Pesar-Sangrento», do qual participam três bruxas da linhagem Capelo. Esta lâmina em específico consta no espólio de Irmã Rosália.

  • A masmorra fica na zona Drustvar no continente de Kul Tiras, na costa noroeste. A entrada da própria mansão está nos penhascos na parte superior do mapa, aproximadamente /way Drustvar 33.6 13.0 Entrada da Mansão Capelo.
  • Dificuldades: «Normal», «Heroica», «Mítica» e o modo «Mítica+». A aparência pode cair em qualquer dificuldade: para a transmogrificação isso não tem importância.
  • Além de Irmã Rosália, participam do confronto Irmã Moléstia e Irmã Solena. Segundo o diário de espólio, a adaga está atribuída a Irmã Rosália.
  • A chance de drop é baixa: a lâmina divide a tabela de espólio com muitos outros itens do primeiro confronto, e a Blizzard não publica a porcentagem exata.
  • O limite de tentativas é uma vez por dia em «Normal» e «Heroica», e uma vez por semana em «Mítica». O modo «Mítica+» pode ser repetido sem limite, e cada execução dá uma chance independente de obter a aparência.

Para entrar na masmorra é preciso possuir a expansão Battle for Azeroth e ter acesso a Kul Tiras. Jogadores da Aliança chegam ao continente pela campanha narrativa a partir de Stormwind; jogadores da Horda, pelo desembarque em Zuldazar. Depois que Kul Tiras é desbloqueado, no Porto de Boralus torna-se disponível a teleportação para Drustvar.

A masmorra é totalmente concluível solo no nível máximo: o conteúdo de Battle for Azeroth há muito ficou ultrapassado e é derrubado rapidamente. Não há requisitos rígidos de composição de grupo: serve qualquer classe com dano de alvo único aceitável.

Alternativas

A Adaga da Íris Irregular não tem recolorações confirmadas com identificadores de item próprios: é uma aparência independente do conjunto de armas de masmorra de Battle for Azeroth. Variantes parecidas em silhueta e tema devem ser buscadas entre outras armas de Kul Tiras e as terras amaldiçoadas de Drustvar.

  • As adagas de outras masmorras de Battle for Azeroth feitas em uma fria paleta azul-violeta são as mais próximas em espírito.
  • As armas do mundo aberto de Drustvar com motivos drust, para visuais em que a lâmina deva parecer ritual e amaldiçoada.
  • As adagas das raides de Battle for Azeroth incluem vários modelos de estética semelhante.

Se você quer exatamente esta aparência, convém farmar a própria adaga na Mansão Capelo: o item não tem fonte alternativa para esse mesmo modelo.

Para quem combina visualmente

  • Combina com visuais de paleta fria azul-violeta: a lâmina harmoniza com armaduras escuras de couro e tecido do mesmo tom.
  • Adequada a conceitos ligados aos rituais drust e às bruxas amaldiçoadas dos Capelo: a aparência remete diretamente ao estilo artístico de Drustvar.
  • Harmoniza com builds de mago do gelo e sacerdote das sombras: o brilho iridescente do metal ecoa os efeitos dessas magias.
  • Contrasta com armadura de placas clara: uma combinação discutível, mas expressiva, de uma lâmina ritual com armadura pesada.
  • Fica ótima emparelhada com uma adaga idêntica em ambas as mãos em ladinos e xamãs de aprimoramento: duas sicas iguais formam uma silhueta dupla coesa.

Dicas

  • O caminho principal para a aparência é farmar o primeiro confronto da masmorra Mansão Capelo, então basta matar as três irmãs e pegar o espólio — depois você pode reiniciar a masmorra e entrar de novo.
  • O reinício da masmorra é feito pelo menu de grupo (clique direito no retrato do personagem → «Reiniciar todas as instâncias»), o que permite concluir o primeiro confronto várias vezes seguidas em uma única sessão.
  • O mais cômodo é farmar com classes de bom dano de alvo único e boa sobrevivência — por exemplo, um caça-demônios, um paladino de proteção ou um druida guardião.
  • A aparência é desbloqueada na coleção de transmogrificação assim que qualquer personagem da conta obtém o item: farmar em alts também funciona.
  • A adaga é equipamento de intelecto, mas para a transmogrificação isso não importa: a aparência está disponível para qualquer classe que possa empunhar adagas.
  • Além da própria sica, do confronto cai o restante da transmogrificação da Tríade Pesar-Sangrento — assim você pode reunir de passagem várias peças de equipamento combinando com a lâmina.
  • Em uma semana com o evento «Caminhada Temporal» de Battle for Azeroth ativo, a masmorra entra na rotação: nesses períodos é cômodo acessá-la pela ferramenta de busca de masmorras sem voar até Kul Tiras.
  • Concluir toda a Mansão Capelo leva de 10 a 15 minutos no nível máximo, por isso convém dividir o farm da aparência em sessões curtas em vez de uma única passagem longa.

Autor

Divine Tragedy

Divine Tragedy

Joga WoW desde 2010 e participou por muito tempo de organizações de fãs feitas por jogadores, que desenvolvem a comunidade russófona nas redes sociais.

Você pode se interessar

Comentários

0

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!